quinta-feira, 25 de julho de 2013

TOP: 5 LIVROS CLÁSSICOS PARA LER - INTERNACIONAL


Depois do último post sobre os "novinhos", agora o dos "velhinhos" sqn, os clássicos que, acho eu, todos precisam conhecer! Não necessariamente ler mas ter uma breve noção do que se trata, a "introdução" do livro. Claro, é SUPER dificil falar de clássicos e só citar cinco para deixar o apelo leia-você-precisa-conhecer. Sempre me perguntei uma coisa em relação aos clássicos, sempre tive curiosidade de saber o PQ de serem clássicos e todos (tirando os pseudos intelectuais) gostarem. Uai, vamos para a listinha do TOP5 Classic. 

01. NOTRE-DAME DE PARIS, VICTOR HUGO
Victor Hugo é um dos meu escritores preferidos, e essa obra em especial me desperta muito amor! A história conta como era a vida em uma Paris medieval, a sociedade e seus costumes. É contado dos pobres, ciganos até chegar ao rei. A história se passa em uma Paris do século XV e tem como principal cenário e tema a Catedral de Notre-Dame(1330). Personagens de todas as camadas sociais francesas estão representadas no livro, clero, fidalgos, nobreza e a coroa. 
O personagem principal é um homem coxo, deformado que é adotado por um homem da igreja. Ele se apaixona pela cigana mais guapa possível: Esmeralda. Claro, além do fato dela ser cigana (odiados ao cubo na época, e ainda hoje c_c) ele era deformado, e não costumava sair muito da igreja. Esmeralda, por ser tão linda, desperta o interesse de vários homens e daí você pode tirar uma das várias lições: as várias formas de amar. Quasimodo amava Esmeralda sem interesse, pela sua forma de ser. COISA LINDA! Tipo filme da Disney, sqn.

02. 100 ANOS DE SOLIDÃO, GABRIEL GARCIA MARQUEZ
Nobel de Literatura. A história se passa em um lugar ficticio na América Latina, Macondo. A história é de uma riqueza de mesclas. Ele mistura revoluções, fantasmas, loucura, corrupção e incesto (entre outros temas) em uma narrativa onde "tudo é tratado com naturalidade". A aldeia onde se passa a história fala dos descendentes do fundador José Arcadio Buendía. Homens e mulheres vivendo uma realidade mágica, as palavras usadas por Garcia Marquez dão o tom necessário para a história. Há quem diga que quando terminou o livro se sentiu parte da família Buendia (família principal). Acho legal mostrar algo "nosso", algo que foi escrito e tem tanto valor lá fora. Gabriel era colombiano, latino, vizinho nosso! Temos que passar a dar mais valor a isso, aos nossos.


03. AS ONDAS, VIRGINIA WOOLF
Acho Virginia uma escritora maravilhosa, de verdade, daquelas que merecem a fama que tem. Confesso que li apenas alguns textos dela (reunidos no livro: Profissões para mulheres e outros artigos feministas) mas espere, não pule para o próximo ainda. Ela não é o esteriotipo de feminista. A sua literatura, tente entender, nasceu numa época em que a mulher não podia ser escritora (em alguns países a luta continua). Numa época onde o mercado literario era masculino como um todo, ela tinha que se destacar pela sua capacidade e talento. Agora, por que As Ondas? O livro tem seis personagens e cerca de 200 páginas. Acompanhamos o crescimento dos personagens mas não de uma forma habitual, Virginia deixa uma dúvida comum na maioria das pessoas que leram o livro: será que os seis não são apenas um? Requer releitura.


04. DOM QUIXOTE, MIGUEL DE CERVANTES
Meu xodó, ah vá! A história é suuuuper legal, juro!! Cervantes conta as aventuras de Dom Quixote, seu cavalo Rocinante e Sancho Pança. A forma sútil como é colocada a "loucura" de D. Quixote é muito interessante. Após ler tantos livros de romance de cavalaria, ele quer imitar seus heróis. Mas peraí, não história bobinha não, Cervantes usava da paródia como crítica. Sancho e Dom Quixote tem valores diferentes mas vivem no mesmo mundo, tendo assim que conviver um com o outro. O livro é simplesmente maravilhoso, sério! Há várias "lições" que você pode tirar lendo esta obra maravilhosa, uma das minhas passagens preferidas é: Quando se sonha sozinho é apenas um sonho. Quando se sonha juntos é o começo da realidade. (Dom Quixote de La Mancha). 



05. ORGULHO E PRECONCEITO, JANE AUSTEN
Jane se mostra uma mulher incrivel com esse livro em particular, ela ainda era jovem quando o lançou e mostrou seu pensamento visionário. Elizabeth, personagem do livro, tenta lidar com problemas como: educação, cultura, moral e o casamento em uma sociedade britânica no início século XIX, ou seja, uma sociedade aristocrata. Ela é a segunda de cinco filhas de um proprietário rural. Naquela época não havia outro meio de "crescer" na vida na sociedade, ainda mais para uma mulher sem dote. Austen se coloca como uma crítica do modelo de vida em que vivia, as personagens femininas nos seus livros são extremamente fortes e decididas, completamente diferente dos livros lançados na mesma época. 





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